Escândalo no Banco Master: PF Investiga Influenciadores em Campanha Contra o BC
O Banco Master está no olho do furacão! Após ter sua liquidação decretada pelo Banco Central, novas informações surgem: a Polícia Federal está investigando denúncias de que influenciadores digitais foram contratados para criticar a atuação do BC em relação à instituição.
A PF começou uma apuração preliminar para entender se cerca de 46 perfis digitais receberam propostas para divulgar conteúdos contrários à liquidação do banco. A situação já tem tudo para dar o que falar!
Influenciadores Podem Ter Recebido Propostas Milionárias
As investigações revelam que esses influenciadores, sondados por uma agência de marketing, poderiam receber até R$ 2 milhões por contratos de três meses. Esses acordos incluíam cláusulas de confidencialidade severas, com multas de até R$ 800 mil para quem quebrasse o sigilo. Tudo gira em torno do tal "Projeto DV", referência ao controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Entre os influenciadores que foram abordados, Rony Gabriel e Juliana Moreira Leite afirmaram ter recusado as ofertas assim que perceberam que o objetivo era defender o banco e atacar o Banco Central.
Redes Sociais em Polêmica
Os contatos com influenciadores começaram no final de 2025. Um representante de uma agência afirmou que a proposta era “ajudar na disputa política” em que o banco estava envolvido. Rony e Juliana não hesitaram em expor as abordagens em suas redes sociais e encaminharam a informação para a imprensa.
Cronologia de Postagens Estranhas
Levanta-se a suspeita de que tenha havido um aumento incomum de postagens críticas ao BC entre o final de dezembro de 2025 e início de janeiro de 2026, exatamente quando o Banco Master estava no noticiário. Esses conteúdos questionavam a velocidade das decisões do BC e a postura de suas autoridades.
O Que Está em Jogo?
Esse episódio acontece em meio a um dilema maior envolvendo a crise no Banco Master. A liquidação do banco foi decretada após investigações que descobriram irregularidades, incluindo fraudes financeiras que podem alcançar bilhões. O Tribunal de Contas da União está de olho no processo, o que gera debates sobre os limites de atuação do tribunal em relação à autonomia do BC.
Agência Envolvida nas Propostas
Detalhes das abordagens descobriram que uma agência de marketing chamada Mithi, fundada por Thiago Miranda, estaria por trás das tentativas de contratação de influenciadores. Documentos revelam que uma parte dos pagamentos dos influenciadores pode ter saído da conta de Miranda, que nega qualquer relação com a agência após ter saído de seu grupo meses antes.
O Que Vem a Seguir?
A Polícia Federal continua investigando para ver se há elementos suficientes para abrir um inquérito formal. O foco não é apenas nas postagens, mas também em como essas campanhas podem ter influenciado a percepção acerca da liquidação do Banco Master.
Até agora, o Banco Central e representantes do Banco Master estão em silêncio sobre as contratações. Enquanto isso, Rony Gabriel e Juliana Moreira Leite foram os únicos a expor a situação em suas redes sociais e na imprensa.
Influenciadores Que Falaram Sobre as Propostas
Rony Gabriel
Vereador e influenciador, com 1,7 milhão de seguidores, contou que foi abordado no final de dezembro e decidiu recusar a proposta, que visava criticar a liquidação do Banco Master.
Juliana Moreira Leite
Jornalista e influenciadora com 1,4 milhão de seguidores, também rejeitou a oferta para publicar conteúdos questionando o Banco Central.
Por enquanto, a investigação segue em fase preliminar, avaliando quem realmente recebeu alguma quantia e qual a origem desses recursos. O que será que vem a seguir? Vamos acompanhar!




